o ator sempre interpreta a si mesmo. o divinal do interprete é expandir sempre um pouco mais de si. as minúcias do dizer, do tom, da forma de sofrer são derivações de outro sentir do ator. nenhuma interpretação é ela mesma, apenas, ou melhor: nenhum interpretação é só. sempre a junção ou distanciamento do eu real. há sempre um paradigma imutável: a indissolução do eu pessoal do ator.